BEM – VINDO
O objectivo deste blog é duplo, dar a conhecer Pereiros de Ansiães, a sua história, a sua paisagem, o seu património e as suas tradições; é também uma forma de fazer aquilo que eu gosto, de partilhar emoções e memórias.
O objectivo deste blog é duplo, dar a conhecer Pereiros de Ansiães, a sua história, a sua paisagem, o seu património e as suas tradições; é também uma forma de fazer aquilo que eu gosto, de partilhar emoções e memórias.
quarta-feira, 22 de maio de 2013
domingo, 5 de maio de 2013
domingo, 31 de março de 2013
sábado, 9 de março de 2013
domingo, 10 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Terra Fria
Terra fria era o nome depreciativo que os nossos avós agricultores davam ao planalto. Terra fria onde não se davam as oliveiras e a vinha, a grande riqueza da terra quente. Os Pereiros pertenciam à terra quente. Infelizmente hoje essa denominação não faz muito sentido. Não por razões climáticas mas sim por razões económicas. A agricultura perdeu rendimentos e está, mais ou menos, abandonada em todo o lado. Ao menos a terra fria ficou com a paisagem nestes dias de Janeiro e de Inverno.
A Samorinha espreita por entre pinheiros, é ponto mais alto do planalto. Ao longe a aldeia mete inveja para quem gosta desta paisagem.
Na anta de Zedes repousam as memórias funerárias dos nossos antepassados longínquos agricultores do Neolítico. Com mais ou menos cinco mil anos é uma das mais bonitas antas de corredor do país. Sobranceira ao campo de cultivo, mostra-nos como as mudanças estruturais são lentas e permanecem no tempo.
Os extremos tocam-se neste castanheiro centenário. O frio extremo do Inverno em contraste com o calor do fogo de Verão.
Daqui para baixo, do cruzamento da Felgueira, começa a descida para a terra quente. A neve desapareceu! Que inveja!
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
sábado, 27 de outubro de 2012
Cores de outono - 2012
Fui aos cogumelos e... nada! Cogumelos encontrei muitos, variados, coloridos mas, não eram comestíveis! Entretanto os sobreiros já mudaram de cor, adquiriram esta tonalidade avermelhada. Sem cogumelos mas com estas cores de Outono.
domingo, 14 de outubro de 2012
Sobreiros
Se tivesse de escolher uma árvore para símbolo de Trás-os-Montes e dos transmontanos, escolhia o sobreiro! É rústico, altivo, duro, vive com pouco, agarra-se às pedras. Resiste a tudo, ao frio gelado do Inverno ou ao calor tórrido do Verão, resiste ao fogo, ao tempo ao longo de muitas gerações e... é generoso.
A cortiça é uma actividade dura, de Verão, é para quem sabe, uma mistura de força e jeito para não deixar marcas que possam estragar o sobreiro. Depois de tirada a cortiça, o sobreiro fica com esta cor amarela brilhante. No fim do Verão e no Outono muda para um laranja avermelhado.
Esta sequência de fotografias são do sobreiro grande do Santo do meu avô. Sempre lhe chamei assim porque o meu avô, para mim, tinha todas as qualidades de um grande sobreiro. De um grande transmontano.
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