Ainda não foi desta! Com o planalto da terra fria cheio de neve, tudo indicava que, depois de começar a nevar às 18 horas, com o arrefecimento noturno, ela descesse...
BEM – VINDO
O objectivo deste blog é duplo, dar a conhecer Pereiros de Ansiães, a sua história, a sua paisagem, o seu património e as suas tradições; é também uma forma de fazer aquilo que eu gosto, de partilhar emoções e memórias.
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domingo, 25 de janeiro de 2026
domingo, 21 de fevereiro de 2021
Inverno Natural - Vale do Tua
Animado pela notícia de que, no inicio da semana, a cheia tinha subido os pontões da ribeira, aproveitei este inverno chuvoso para seguir a água! O ribeiro das lajes, a ribeira e o rio Tua.
Um inverno assim, lembra a minha infância, quando a invernada impedia a gente de Pereiros de atravessar a ribeira para apanhar a azeitona na Serra Tinta. Essas eram as invernadas de dezembro e janeiro. Agora estamos quase em meados de fevereiro. Pelas marcas deixadas pela água, tanto na ribeira como no rio, a cheia ainda foi grande! Em invernos como este o Rio Tua, de forma altiva e orgulhosa ignora a barragem que o prende, amesquinha e envergonha. Corre de forma violenta, selvagem.
Com muita ou pouca água, descer até ao rio, é uma viagem a um "reino maravilhoso" que faz parte da minha vida.
sábado, 30 de maio de 2020
domingo, 8 de julho de 2018
Trovoada
Sete de Julho de 2018. Dia de festa na aldeia, fim de tarde. Infelizmente o meu objetivo não era a festa mas uma das muitas tarefas que tinha para fazer! Por isso, fui surpreendido pela trovoada. A grande violência inicial dos relâmpagos e trovões durou pouco e foi substituída por uma chuvada enorme durante mais de uma hora. A trovoada veio também de um lugar pouco habitual e não de nascente, de Vale de Côvo, o que teria dado outro enquadramento fotográfico à igreja e à aldeia. Contudo, apesar da chuvada ter dificultado, o pôr do sol e os contraste de luz e de cores valeram a pena!
domingo, 6 de maio de 2018
quinta-feira, 29 de março de 2018
quarta-feira, 6 de setembro de 2017
Até onde a vista alcança
Inicio de Maio, fim de tarde. Um dia ventoso e a ameaçar chuva. O objetivo era o alto da Pena. Em meia hora tudo se alterou, conforme subia, o dia foi ficando mais frio o vento mais forte. O caminho, para quem não conhece, é a estrada de terra batida entre os Pereiros e os Folgares. A diferença de altitude é enorme, a subida é íngreme mas, neste dia de Maio, o vento cortante e o frio foram-me arrastando para baixo. Fiquei pelo alto do Gricho, cheguei, ainda, à parte posterior da Pena. Apesar da força agreste dos elementos e do sol que desaparecia esmagado entre enormes nuvens negras, a paisagem sobre Pereiros, o vale do Tua e a Senhora da Assunção é esmagadora. Não fui à Pena, não subi ao alto mas fiquei com tudo até onde a vista alcança!
sexta-feira, 25 de agosto de 2017
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