domingo, 31 de março de 2013
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
BOAS FESTAS
sexta-feira, 13 de julho de 2012
terça-feira, 10 de abril de 2012
Páscoa 2012
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
terça-feira, 12 de julho de 2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Páscoa 2011
Na aldeia o compasso marca a grande tradição da Páscoa. Muita gente nas ruas, visitas... faça sol ou chuva, ela chega a todos, mesmo àqueles que, devido ao seu estado de saúde, não podem receber a tradição na entrada de sua casa.
domingo, 26 de dezembro de 2010
Fogueira de Natal 2010
Sob a influência da Igreja, a fogueira profana de adoração solar dos Romanos passou a ser cristianizada e a servir de ritual cristão ao culto divino testemunhado na quadra natalícia a Jesus Cristo – considerado o «verdadeiro símbolo do Sol que vai nascer, para iluminar todo o homem que vem ao Mundo».
Costume que se processa quase sempre durante a noite, cabe ainda hoje às raparigas enfeitar as igrejas para a Missa do Galo, enquanto aos rapazes corresponde a tarefa do roubo ritual do «madeiro», do «cepo» ou do «canhoto» – noutros tempos envolviam-se as rodas dos carros de bois com «baraços» de palha de modo a evitar o barulho, para que tudo se processasse no maior silêncio.
Em Pereiros, segundo a memória dos mais velhos, esta tradição manteve-se durante muitos anos o que originou até, algumas desavenças, por abusos de quem roubava a lenha.
Nas últimas dezenas de anos o roubo do canhoto caiu em desuso. A lenha era transportada usando força bruta de dezenas de homens que a arrastavam pelos caminhos. Agora reúne-se a rapaziada da aldeia e, com a ajuda de um tractor, dá-se a volta às melhores canhotas que ficaram nos montes e nas propriedades ao longo do ano. Ateada ao anoitecer da véspera de Natal, a fogueira arde, geralmente até à passagem de ano, no adro da igreja. A fogueira representa a luz e o toque do sino chama os cristãos para a missa do galo.
Segundo a lenda no século IV a comunidade cristã de Jerusalém seguia em peregrinação até Belém para celebrar a Missa do Natal na hora do primeiro canto do galo, mencionado por Jesus na traição de Pedro, descrito nos evangelhos de Matheus (capítulo 26, versículo 34) e Marcos (capítulo 14, versículos 68 a 72). O galo cantou três vezes quando Pedro negou Jesus, por isso, a missa da meia-noite no Natal tem este nome. Em Roma a celebração acontece desde o século V, na Basílica de Santa Maria Maior.
O galo passou a simbolizar vigilância, fidelidade e testemunho cristão. Por isto, no século IX a ave foi parar no campanário das igrejas.
a virgem Maria no-lo deu à luz.
Jesus, Jesus, saudemos Jesus!
sábado, 17 de julho de 2010
Festa em honra de Nª Sª de Fátima - 2010
A festa ficou assim marcada para o segundo fim-de-semana de Julho. Tem-se realizado desde então de forma ininterrupta.
Andor de Santo Amaro
A forma de adornar os andores também se alterou nos últimos anos. As fitas e tecidos coloridos foram substituídos por flores o que lhe trouxe um ar mais singelo, simples e natural.
sábado, 10 de abril de 2010
PÁSCOA - 2010
Tocar o sino é uma forma de reviver todas as Páscoas passadas na aldeia. Antigamente os rapazes tinham que esperar pela sua vez para tocar.
o Raul enviou este texto que ilustra bem a visita pascal.
Não fui à Pascoa e tenho pena. No Sul, só nos lembramos porque os supermercados estão cheios de amêndoas, há o feriado e pouco mais. Lembro-me muitas vezes Como era a Páscoa em Pereiros nos idos anos 60. Grandes limpezas nas casas e na rua, as flores por todo o lado, os folares, os sinos a tocar todo o dia e as visitas pascais.
É claro que a comitiva da visita chegava ao fim "pouco católica" depois de beberem tantos cálices...
As memórias de infância ficam registadas como um filme que temos guardado.Ainda a propósito da Páscoa em Pereiros, lembrei-me de um pequeno episódio no início dos anos 60.
Esteve na nossa Paróquia um sacerdote chamado Padre Cordeiro. Quem se lembra dele, sabe que ele era um pouco "avançado" para a época. Tinha também uma particularidade: coxeava de uma perna. Na visita pascal, quando já a meio das visitas, justificava-se irem todos "ao balão".
Quando visitou a nossa casa, a minha mãe reparou que o equilíbrio dele estava um pouco afectado, então disse-lhe: Sr. Padre tenha cuidado porque pode cair.
Respondeu o Padre Cordeiro: D. Leonor, fique descansada porque eu já sou coxo há muitos anos...







