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sábado, 9 de março de 2013
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Terra Fria
Terra fria era o nome depreciativo que os nossos avós agricultores davam ao planalto. Terra fria onde não se davam as oliveiras e a vinha, a grande riqueza da terra quente. Os Pereiros pertenciam à terra quente. Infelizmente hoje essa denominação não faz muito sentido. Não por razões climáticas mas sim por razões económicas. A agricultura perdeu rendimentos e está, mais ou menos, abandonada em todo o lado. Ao menos a terra fria ficou com a paisagem nestes dias de Janeiro e de Inverno.
A Samorinha espreita por entre pinheiros, é ponto mais alto do planalto. Ao longe a aldeia mete inveja para quem gosta desta paisagem.
Na anta de Zedes repousam as memórias funerárias dos nossos antepassados longínquos agricultores do Neolítico. Com mais ou menos cinco mil anos é uma das mais bonitas antas de corredor do país. Sobranceira ao campo de cultivo, mostra-nos como as mudanças estruturais são lentas e permanecem no tempo.
Os extremos tocam-se neste castanheiro centenário. O frio extremo do Inverno em contraste com o calor do fogo de Verão.
Daqui para baixo, do cruzamento da Felgueira, começa a descida para a terra quente. A neve desapareceu! Que inveja!
sábado, 27 de outubro de 2012
Cores de outono - 2012
Fui aos cogumelos e... nada! Cogumelos encontrei muitos, variados, coloridos mas, não eram comestíveis! Entretanto os sobreiros já mudaram de cor, adquiriram esta tonalidade avermelhada. Sem cogumelos mas com estas cores de Outono.
domingo, 14 de outubro de 2012
Sobreiros
Se tivesse de escolher uma árvore para símbolo de Trás-os-Montes e dos transmontanos, escolhia o sobreiro! É rústico, altivo, duro, vive com pouco, agarra-se às pedras. Resiste a tudo, ao frio gelado do Inverno ou ao calor tórrido do Verão, resiste ao fogo, ao tempo ao longo de muitas gerações e... é generoso.
A cortiça é uma actividade dura, de Verão, é para quem sabe, uma mistura de força e jeito para não deixar marcas que possam estragar o sobreiro. Depois de tirada a cortiça, o sobreiro fica com esta cor amarela brilhante. No fim do Verão e no Outono muda para um laranja avermelhado.
Esta sequência de fotografias são do sobreiro grande do Santo do meu avô. Sempre lhe chamei assim porque o meu avô, para mim, tinha todas as qualidades de um grande sobreiro. De um grande transmontano.
domingo, 1 de julho de 2012
VISTAS LARGAS
Passei a tarde do último dia de Junho a ver sobreiros! Encravados nas pedras são os sobreviventes de grandes incêndios, o último foi em 2003. O mato cresceu de forma assustadora, tomou conta de tudo tornando quase impossível a circulação. Ver os sobreiros foi uma boa razão para tirar fotografias. O dia estava excelente, fresco, muito bom para romper pelo meio do mato mas, estava uma luz péssima para as fotografias. Contudo, juntar as duas coisas acaba por dar resultados surpreendentes e vistas largas!
Três foto do lado oposto de Pereiros, o vale da ribeira de Freixiel, o Muro e o Pereiro.
A última sequência é Pereiros visto do alto do Carvalhal e do Gricho. Algumas formações rochosas são no mínimo surpreendentes!
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Paisagem
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